Sobre a Mediunidade
Balizadores para a presente iniciativa :
-O Espírito de Verdade. (Paris, 1862.)
“ Praticar a mediunidade sem estudo , é o mesmo que fazer manipulações químicas sem saber química “
Revista Espírita /1863 – Allan Kardec
“ Experiências levianas, sem conhecimento de causa , geram falsas idéias acerca do mundo dos espíritos .“
Livro dos Médiuns – Introdução
“ O médium que não se sinta com forças para perseverar no ensino espírita , se abstenha “
.( Livro dos Médiuns cap. 31 item XIII- Allan Kardec )
“ O primeiro inimigo do médium reside dentro dele mesmo .Frequentemente é o personalismo, é a ambição , a ignorância ou a rebeldia no voluntário desconhecimento dos seus deveres à luz do Evangelho, fatores de inferioridade moral que , não raro, o conduzem à invigilância , à leviandade e à confusão dos campos improdutivos “
( O Consolador – Emmanuel questão 410 .)
1 ) Médiuns Curadores ( Obras Póstumas / Allan Kardec )
Consiste a mediunidade desta espécie na faculdade que certas pessoas tem de curar pelo simples contato, pela imposição das mãos , pelo olhar , por um gesto , mesmo sem o concurso de qualquer medicamento . Semelhante faculdade incontestavelmente tem o seu princípio na força magnética ;difere desta , entretanto , pela energia e instantaneidade da ação, ao passo que as curas magnéticas exigem um tratamento metódico , mais ou menos longo . Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar , se sabem proceder convenientemente;dispõe da ciência que adquiriram. Nos médiuns curadores , a faculdade é espontânea e alguns a possuem sem nunca ter ouvido falar de magnetismo .
A faculdade de curar pela imposição das mãos deriva evidentemente de uma força excepcional de expansão ,mas diversas causas concorrem para aumentá-la , entre as quais são de colocar-se , na primeira linha :
a pureza dos sentimentos ,
o desinteresse ,
a benevolência ,
o desejo ardente de proporcionar alívio ,
a prece fervorosa
e a confiança em Deus ;
numa palavra : todas as qualidades morais .
A força magnética é puramente orgânica ; pode como força muscular , ser partilhada de toda gente , mesmo do homem perverso ; mas só o homem de bem se serve dela exclusivamente para o bem , sem idéias ocultas de interesse pessoal , nem de satisfação de orgulho ou vaidade . Mais depurado , o seu fluido possui propriedades benfazejas e reparadoras , que não podem ter o homem vicioso ou interessado .
... uma grande força fluídica , aliada à maior soma possível de qualidades morais , pode operar , em matéria de curas , verdadeiros prodígios .
Somente a superstição pode emprestar qualquer virtude a certas palavras e unicamente Espíritos ignorantes e mentirosos podem alimentar semelhantes idéias , prescrevendo fórmulas .
Pode entretanto , acontecer que , para pessoas pouco esclarecidas e incapazes de compreender as coisas puramente espirituais , o uso de uma fórmula de prece ou de determinada prática contribua a lhes infundir confiança .
Nesse caso porém , não é na fórmula que está a eficácia e sim na fé que aumentou com a idéia ligada ao emprego da fórmula .
2) Da Identificação dos Espíritos
2.1 - Introdução
"Amados não creiais a todo Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus".
(I João 4:1)
"No que respeita às instruções gerais que nos trazem os Espíritos, o mais é o ensino que nos proporcionam e não o nome sob o qual se apresentam".
Allan Kardec
"Se a individualidade do espírito pode nos ser indiferente, o mesmo não se dá quanto às suas qualidades.
É bom ou mau o Espírito que se comunica? Eis a questão."
Allan Kardec
2.2 - Lógica, bom senso, razão
A identificação do Espírito pelo nome não deve constituir preocupação do médium ou dos freqüentadores da reunião, pois, o mais importante é o teor dos ensinos que nos transmitem, seja qual for o nome ou a forma sob a qual se apresente o comunicante.
Devemos considerar que, se o Espírito pode imprimir ao seu perispírito a forma que queira, este poderá apresentar-se sob a aparência de outra entidade, ou para infundir maior confiança ao médium, ou com o fim deliberado de enganar.
O mesmo se dá quanto ao nome com o qual se comunica, pois de nenhuma referência dispomos para comprovar a sua autenticidade, senão o teor de sua mensagem, condizente ou não com o nome indicado.
Será prudente, portanto, frente a qualquer comunicante, ainda que se apresente como é ou um dos guias da reunião, analisar rigorosamente o teor da comunicação, aceitando apenas e exclusivamente, aquilo que esteja dentro da lógica, do bom senso e da razão.
Usando um ilação de Allan Kardec , diríamos : " Não é o rótulo de um vinho que lhe confere propriedades nobres , e sim o seu teor " .
Um bom exemplo ... .
2.3 - Da linguagem dos Espíritos
A respeito da identificação dos Espíritos transcrevemos algumas recomendações de "O Livros dos Médiuns", para nossa meditação.
| Da linguagem dos Espíritos "A linguagem dos Espíritos está sempre em relação com o grau de elevação a que já tenham chegado." "Apreciam-se os Espíritos pela linguagem que usam e pelas suas ações. Estas se traduzem pelos sentimentos que eles inspiram e pelos conselhos que dão". |
| A linguagem dos Espíritos Elevados é sempre idêntica senão quanto à forma, pelo menos quanto ao fundo.Os pensamentos são os mesmos, em qualquer tempo e em todo o lugar. | A linguagem dos Espíritos inferiores ou vulgares sempre algo refletem das paixões humanas. |
| Não se deve julgar da qualidade do Espírito pela forma material, nem pela correção de estilo.É preciso sondar-lhe o íntimo, analisar-lhe as palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. | Qualquer ofensa à lógica, à razão e à ponderação não pode deixar dúvida sobre a sua procedência, seja qual for o nome com que ostente o Espírito. Deve-se desconfiar dos Espíritos que com muita facilidade se apresentam, dando nomes extremamente venerados, e não aceitar o que dizem, senão com muita reserva. |
| Os bons Espíritos só dizem o que sabem; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre o que não sabem. | Reconhecem-se os Espíritos levianos pela facilidade em que predizem o futuro e precisam fatos materiais que não nos é dado ter conhecimento. |
| Os bons espíritos são muito escrupulosos no tocante às atitudes que hajam de aconselhar. Nunca, qualquer que seja o caso, deixam de objetivar um fim sério e eminentemente útil. | Qualquer recomendação que se afaste da linha reta do bom senso, ou das leis imutáveis da Natureza, denuncia um Espírito atrasado e, portanto, pouco merecedor de confiança. |
| Os bons Espíritos só prescrevem o bem.Nunca ordenam; não se impõem, aconselham e, se não são escutados, retiram-se. | Máxima nenhuma, nenhum conselho que se não conforme estritamente com a pura caridade evangélica pode ser obra de bons Espíritos. |
| Os bons Espíritos não lisonjeiam; aprovam o bem feito, mas sempre com reserva. | Os conhecimentos de que alguns Espíritos se enfeitam, às vezes, com uma espécie de ostentação, não constituem sinal de superioridade deles. A inalterável pureza dos sentimentos é, para esse respeito, a verdadeira pedra de toque. |
| Para julgar os Espíritos, como para julgar os homens, é preciso, primeiro, que cada um saiba julgar-se a si mesmo. | Se não fôsseis imperfeitos, não teríeis em torno de vós senão bons Espíritos; se fordes enganados, de vós mesmos vos deveis queixar. |
2.4 - Aparência
Podendo alguns Espíritos enganar pela linguagem de que usam, segue-se que também podem, aos olhos de um médium vidente, tomar uma falsa aparência?
Isso se dá, porém, mais dificilmente.O médium vidente pode ver Espíritos levianos e mentirosos, como outros os ouvem, ou escrevem sob influência deles. Podem os Espíritos levianos aproveitar-se dessa disposição, para o enganar, por meio de falsas aparências; isso depende das qualidades do Espírito do próprio médium.("O Livro dos Médiuns").
Mesmo diante de episódios de vidência , deve se levar sempre em consideração para uma melhor avaliação da categoria do espírito comunicante ,suas vibrações , porque estas emanações fluídicas , representam com fidelidade a verdadeira identidade do nosso interlocutor .
2.5 - Estado vibracional
Muitos médiuns reconhecem os bons e os maus Espíritos pela impressão agradável ou penosa que experimentam à aproximação deles.Perguntamos se a impressão desagradável, a agitação convulsiva, o mal-estar são sempre indícios da má natureza dos Espíritos que se manifestam.
O médium experimenta as sensações do estado em que se encontra o Espírito que dele se aproxima.Quando ditoso, o Espírito é tranqüilo, leve, refletido; quando feliz, é agitado, febril, e essa agitação se transmite naturalmente ao sistema nervoso do médium.Em suma, dá-se o que se dá com o homem na terra: O bom é calmo, tranqüilo; o mau está constantemente agitado. ("O Livro dos Médiuns").
Concluímos que a maneira mais segura de se identificar a natureza do Espírito é pelo teor de sua linguagem, falada ou escrita, mediante os conceitos que nos trazem.Tanto quanto, ao se aproximar de um médium, o Espírito pode por ele ser analisado, através do seu estado vibracional, ou seja, das sensações agradáveis ou desagradáveis que o Espírito infunde ao médium.
2.6 - Referências
• "O Livro dos Médiuns", Allan Kardec - FEB - 29ª edição.
• "O Novo Testamento" - Tradução de João Ferreira de Almeida - IBB
E para que tenhamos parâmetros ...
3. Qual, então, o principal dever do trabalhador da mediunidade no exercício de suas funções?
“(...) Em qualquer setor de trabalho a ausência de estudo significa estagnação. Esse ou aquele cooperador que desista de aprender, incorporando novos conhecimentos, condena-se fatalmente as atividades do subnível.” (“Nos Domínios da Mediunidade”, cap. 17 )
a) “Educar-se incessantemente é dever a que o médium se deve comprometer intimamente, a fim de não estacionar, e, aprimorando-se, lograr as relevantes finalidades que a Doutrina Espírita propõe para a mediunidade com Jesus“. (No limiar do infinito. Joanna de Ângelis/DPF– pág.85)
b) (...) “O médium tem obrigação de estudar muito, observar intensamente e trabalhar em todos os instantes pela sua própria iluminação, somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada, cooperando eficazmente com os Espíritos sinceros e devotados ao bem e a verdade.” (O Consolador. Emmanuel, FCX - perg. 392; p. 217)
“Dentre vós, o médium que não se sinta com forças para perseverar no ensino espírita, se abstenha; porquanto, não fazendo proveitosa a luz que o ilumina será menos escusável do que outro qualquer e terá que expiar a sua cegueira”. (Livro dos Médiuns. Cap. XXXI – it 13 - Mensagem de Pascal)
c) “O estudo da própria faculdade com o competente conhecimento do Espiritismo são as bases essenciais e indispensáveis para uma orientação segura e sem qualquer prejuízo”. (Médiuns e Mediunidade. Vianna de Carvalho – Cap.XIII)
d) “O exercício metódico da faculdade em desdobramento especializado é o passo seguinte, proporcionador do equilíbrio que faculta mais amplas incursões na experiência transcendental. (Médiuns e Mediundade – Vianna de Carvalho – Cap XIII)
f) “Em mediunidade, portanto, não te dês à preocupação de admirar ou provocar admiração. Procuremos, acima de tudo, em favor de nós mesmos, o privilégio de aprender e o lugar de servir.”(Seara dos Médiuns-Emmanuel- Cap.Faculdades Mediúnicas)
4. E que hábitos o médium deve desenvolver, para bem exercer sua tarefa?
a) ”A atividade na área da caridade ilumina-o e a oração fortalece-o, resguardando-o das influências prejudiciais...” (Médiuns e Mediunidade. Vianna de Carvalho – Cap XIII)
b) “O cultivo do silêncio interior e do recolhimento favorece a educação mediúnica, por aguçar as percepções parafísicas, ensejando mais amplas possibilidades de intercâmbio espiritual.” (idem)
c) Não sendo irrepreensível médium nenhum, a vigilância há de constituir-lhe norma de segurança, reconhecendo, na sua fragilidade, a força para o sucesso da empresa espiritual.” (idem)
5. O que pensar do animismo nas comunicações mediúnicas?
“Não há fenômeno espírita puro, de vez que a manifestação de seres desencarnados, em nosso contexto terreno, precisa do médium encarnado, ou seja, precisa do veículo das faculdades da alma (espírito encarnado) e, portanto, anímicas. (...) Reiteramos, portanto, que não há fenômeno mediúnico sem participação anímica. O cuidado que se torna necessário ter na dinâmica do fenômeno não é colocar o médium sob suspeita de animismo, como se o animismo fosse um estigma, e sim ajudá-lo a ser um instrumento fiel, traduzindo em palavras adequadas o pensamento que lhe está sendo transmitido sem palavras pelos espíritos comunicantes.” (Diversidades dos Carismas – H. C. Miranda)
6. Como deverá proceder o médium quando se defrontar com estados íntimos caracterizados por descontroles emocionais, preocupações, estresse, cansaço e outras situações difíceis?
a) Meditar, será a resposta. A meditação é, antes de tudo, uma forma de vida. Pode-se meditar onde se esteja, sempre que necessário. Caso se disponha de uma pausa para isso, será ótimo; à falta dela, medita-se mesmo assim, pois isso se pode fazer andando ou parado, trabalhando ou repousando, na ação física ou na psíquica” (Consciência e Mediunidade – Projeto Manoel Philomeno de Miranda. Pergunta 59.)
b) “Sempre será possível abrir meios de comunicação entre vós outros e os planos que vos são invisíveis, mas não esqueçais de que as afinidades são leis fatais de reunião e integração nos reinos infinitos do Espírito! Sem os valores da preparação, encontrareis irremediavelmente a companhia dos que fogem aos processos educativos do Senhor; e sem as bênçãos da responsabilidade encontrareis logicamente os irresponsáveis.” (Missionários da Luz – André Luiz – cap: 9 )
c) Necessidade da prática do bem - “... ainda que os aprendizes se esclareçam, relativamente às lições, é forçoso observar que a informação não é tudo, porquanto o esclarecimento educativo é apenas parte do aprendizado. Que dizer dos discípulos que estudam sempre, sem jamais aprenderem no terreno das aplicações legítimas?...” (Missionários da Luz – André Luiz,cap: 9 )
7- Como se deve exercer a mediunidade?
“Segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição” (Paulo - II Coríntios, 13:10)
a) “O médium digno da missão do auxílio não é um animal subjugado à canga, mas sim um irmão da humanidade e um aspirante à Sabedoria. Deve trabalhar e estudar por amor”. (Nos Domínios da Mediunidade, F C Xavier/André Luiz - 22 ed.- Cap. 16 – página 156)
b) “A mediunidade é coisa santa, que deve ser praticada santamente, religiosamente “
(O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec-Cap.26 )
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ResponderExcluirQue DEUS ilumine e abençoe à voce e a seus esforços, pois agradeço gentilmente poder ler, estudar e refletir sobre os ensinamentos compilados em suas pesquisas.E de forma humilde, gostaria de compartilhar um exercício que encontrei para começar a realizar o que é pedido pelos espíritos aos médiuns passistas transmissores de fluido.
ResponderExcluir"Essa é a razão por que procura adquirir essas qualidades e pede, por intermédio da prece, a força que lhe falta para alcança-las." (Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec. Para os Médiuns- Cap XXVIII, 9- prefácio).
Através da prece começamos a trilhar o caminho para adquirir todas as qualidades morais que são necessárias aos médiuns obter.
Independente da fraqueza humana devemos nos ligar a matriz da consciência divina para canalizarmos energia ao realizarmos o passe de transmissão fluídica. Se o indivíduo receptor não for merecedor, que esta canalização venha pela PRECE, pois se o passe se esvai em energia, a prece se condensa gota a gota como uma estalagmite rochosa, sedimentada, frágil mas existente. É o início para o indivíduo receptor trilhar por mérito seu,o caminho em direção à luz.
"A prece é uma invocação, por seu intermédio entramos em comunicação, pelo pensamento, com o ser a quem nos dirigimos. A prece pode ter por finalidade um pedido, um agradecimento ou uma glorificação. Podemos pedir por nós mesmos ou pelos outros, pelos vivos ou pelos mortos..."(Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec. Ação da Prece. Cap XXVII, Transmissão do Pensamento -9).
"A energia dessa corrente está na razão direta da energia do pensamento e da vontade..."(Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec. Ação da Prece. Cap XXVII, Transmissão do Pensamento -10).
"A prece é recomendada por todos os espíritos;renunciar à prece é desconhecer a bondade de DEUS; é rejeitar a assistência que ela proporciona a si mesmo, e o bem que pode fazer aos outros."(Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec. Ação da Prece. Cap XXVII, Transmissão do Pensamento -12).
"Já que os espíritos exercem essa ação sobre os homens,eles suprem a insuficiência daquele que ora, quando isso é necessário, quer agindo diretamente em seu nome, quer dando-lhe momentaneamente uma força excepcional, desde que seja julgado digno dessa graça ou que ela possa ser útil" (Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec. Ação da Prece. Cap XXVII, Transmissão do Pensamento -14).
É então, que lançando prática deste exercício diário, sugiro para buscar obter:
PRECE FERVOROSA- ler no Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec. Ação da Prece. Cap XXVII.
PUREZA DE SENTIMENTOS;BENEVOLÊNCIA; DESINTERESSE- ler no Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec.Cap XXVIII, PRECE 10).
DESEJO ARDENTE DE PRORCIONAR ALÍVIO- ler no Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec.Cap XXVIII, Íten V- Pelos Doentes, PRECE 79 e 80.
CONFIANÇA EM DEUS- ler no Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec.Cap XIX, A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS.
Um grande abraço fraterno a todos meus irmãos, muita paz e felicidade na nossa jornada.
16 de agosto de 2011 10:21